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dom, 25 de fevereiro de 2024 08:52

Entregador de distribuidora furta R$ 300 e mente que foi assaltado em VG

Um funcionário de uma distribuidora de água e gás em Várzea Grande, foi preso pela Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (31), durante investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O jovem de 26 anos foi autuado em flagrante por furto qualificado, falsidade ideológica e comunicação falsa de crime, logo após procurar a Derf-VG para registrar o boletim de ocorrência.

O comunicante informou que trabalha como entregador de água e gás, em uma distribuidora situada na região central de Várzea Grande, e que no início da tarde havia sido vítima de um roubo majorado no bairro Ikaray.

O funcionário narrou que foi surpreendido por indivíduos em um veículo VW Gol de cor vermelha, que anunciaram o roubo. O motorista jogou o carro na frente da moto que a vítima conduzida.

Em seguida o passageiro desceu do automóvel, armado e subtraiu a quantia de R$ 300 em dinheiro, bem como tentou levar o botijão de gás, porém como estava vazio, desistiu de levar o recipiente.

Diante dos fatos a equipe imediatamente iniciou as investigações, indo ao local apontado pela vítima. Foram coletadas e analisadas as imagens de sistema de videomonitoramento, e verificado que não havia corrido o crime de roubo majorado.

Conforme a delegada titular da Derf-VG, Elaine Fernandes, as imagens captadas pelas câmeras comprovam que ele passou pelo local apontado no boletim de ocorrência, mas em momento algum foi abordado ou rendido e, sequer passou pelo local o automóvel VW Gol de cor vermelha.

Após constatação que os fatos noticiados se tratavam de comunicação falsa de crime e falsidade ideológica, o jovem acabou confessando que não foi vítima de roubo, e registrou a ocorrência pois subtraiu o dinheiro da distribuidora.

O funcionário afirmou que não foi a primeira vez que ocorre tal fato, informando que há dez dias, pegou o valor de R$ 400. Na ocasião, deram um voto de confiança ao mesmo, e, não registraram o boletim de ocorrência.

“A conduta delituosa perpetrada pelo autuado de comunicação falsa de crime e falsidade ideológica, acarretou um prejuízo para o serviço público e para a sociedade, pois o tempo que a equipe empregou efetuando as diligências vinculadas ao suposto roubo, poderia ter sido empregado para efetivar diligências no intuito de elucidar ocorrências reais”, lamentou a delegada Elaine Fernandes.

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